Você sabia que analistas do comportamento ao redor do mundo já estão atuando diretamente em políticas públicas? Isso inclui ações em áreas como saúde, educação, segurança, inclusão e outros temas essenciais para o bem-estar coletivo.
O que aprendemos até aqui?
- A linguagem técnica precisa dar lugar à acessibilidade — jargões afastam, e nosso trabalho só ganha força quando é compreendido.
- Precisamos construir alianças reais com profissionais de outras áreas, movimentos sociais e comunidades com causas comuns.
- Já existem analistas do comportamento ocupando espaços estratégicos em agências públicas, comissões legislativas e organizações sociais. E isso é só o começo.
Mas o que ainda falta?
- Participar da formulação de políticas, não apenas da execução.
- Comunicar com mais criatividade e efetividade o que fazemos e como a ciência pode transformar realidades.
Qual é o nosso papel como analistas do comportamento?
É hora de ampliar nossa atuação. Além das intervenções clínicas e educacionais, precisamos nos engajar em transformações sociais reais, atuando em níveis comunitários e culturais. Para isso, precisamos somar:
- Conhecimento técnico
- Sensibilidade social
- Habilidade política
O convite está feito:
- Vamos ocupar espaços de decisão.
- Vamos construir pontes.
- Vamos tornar a ciência cada vez mais útil, acessível e transformadora.
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Até semana que vem!
Arlene Amorim
Psicóloga | Analista do Comportamento
Referência: de la Cruz, B., Bourland, G. (2025). Public Policy Advocacy in Behavior Analysis: Chronicles to Guide Future Action. Behavior Analysis in Practice, 18, 319–326. https://doi.org/10.1007/s40617-025-01049-w
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